domingo, 8 de novembro de 2009

Estimativa de custos - PMBOK

       Trecho retirado da sessão 7.1.2.7 do PMBOK, Estimativa de custos - Ferramentas e técnicas - Análise das reservas:

      "Uma opção para gerenciar as reservas para contingências dos custos é agregar a reserva para contingências dos custos de cada atividade do cronograma de um grupo de atividades relacionadas em uma única reserva para contingências que é atribuída a uma atividade do cronograma. Essa atividade do cronograma pode ser uma atividade com duração nula que é colocada no caminho de rede daquele grupo de atividades do cronograma e é usada para manter a reserva para contingências dos custos. Um exemplo dessa solução para gerenciar as reservas para contingências dos custos é atribuí-las no nível de pacote de trabalho a uma atividade com duração nula, que se estende do início ao fim da sub-rede do pacote de trabalho. Conforme as atividades do cronograma se desenvolvem, é possível ajustar a reserva para contingências, conforme medida pelo consumo de recursos das atividades do cronograma com duração não-nula. Como resultado, as  variações de custos das atividades do grupo de atividades do cronograma relacionado são mais exatas, pois se baseiam nas estimativas de custos que não são pessimistas."

sábado, 10 de outubro de 2009

Entendendo a 10a dimensão

Há algum tempo eu vi esses vídeos enviados por @sebastorama (do Twitter) e os acho realmente interessantes. Bom, aí vão eles:



terça-feira, 22 de setembro de 2009

Samba do crioulo doido







Composição: Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto)


Foi em Diamantina
Onde nasceu JK
Que a Princesa Leopoldina
Arresolveu se casá
Mas Chica da Silva
Tinha outros pretendentes
E obrigou a princesa
A se casar com Tiradentes
Lá iá lá iá lá ia
O bode que deu vou te contar
Lá iá lá iá lá iá
O bode que deu vou te contar
Joaquim José
Que também é
Da Silva Xavier
Queria ser dono do mundo
E se elegeu Pedro II
Das estradas de Minas
Seguiu pra São Paulo
E falou com Anchieta
O vigário dos índios
Aliou-se a Dom Pedro
E acabou com a falseta
Da união deles dois
Ficou resolvida a questão
E foi proclamada a escravidão
E foi proclamada a escravidão
Assim se conta essa história
Que é dos dois a maior glória
Da. Leopoldina virou trem
E D. Pedro é uma estação também
O, ô , ô, ô, ô, ô
O trem tá atrasado ou já passou

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

"The God-Einstein-Oppenheimer Dice Puzzle"

Li há pouco o puzzle abaixo e fiquei muito intrigado (volto a postar sobre, caso descubra a resposta. Sintam-se livres para achar a resposta antes de mim e comentar neste blog):

"Deus não joga dados", é uma frase famosa declarada por Albert Einstein. Mas suponha que ele estivesse errado. Suponha que Deus decidiu demonstrar o contrário aparecendo um dia no Institude for Advanced Study. Deus então anuncia que jogos de dados são muito poupulares no paraíso, e que o propósito da visita é ensinar um novo jogo a Einstein e Oppenheimer. Deus então explica as regras:

Existem três dados em branco. Primeiro, Oppenheimer deve pegar cada um dos dados de seis faces e escrever números de 1 a 18, em qualquer ordem que quiser, nas 18 faces dos três dados. Einstein deve então examinar os dados e escolher um deles para si. Oppenheimer, por sua vez, examinará os dois dados restantes e escolher um deles. (O terceiro dado será descartado). Oppenheimer e Einstein vão então jogar turnos repeditos de "Guerra de Dados", no qual eles jogam os dados simultaneamente, com 1 ponto sendo premiado cada turno ao jogador que jogar o maior número. O jogador com mais pontos vence.

Assuma que Oppenheimer e Einstein empregam as estratégias mais inteligentes, e que os resultados serão determinados pelas leis da probabilidade (significa que Deus não vai interferir nos dados ou influenciar as jogadas). Qual dos jogados, ou ambos, é o favorito a vencer?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

"Eu não escrevo piadas na base 13."

Hoje, tomei um dos maiores sustos da minha vida. Por um instante pensei que a pergunta fundamental para a Vida, o Universo e Tudo Mais fosse mesmo "What do you get if you multiply six by nine?", o que seria errado a princípio - afinal todo mundo sabe que a resposta para a Vida, o Universo e Tudo Mais é 42. Entretanto, se vocês observarem, 6x9=54 e 54 na base 13 é 42 na base 10...

Fiquem calmos, tudo isso não passa de mera coincidência, segundo o próprio Douglas Adams, "I may be a pretty sad person, but I don't make jokes in base 13" (http://en.wikipedia.org/wiki/Answer_to_Life,_the_Universe,_and_Everything).

Isso tudo me faz acreditar na teoria de que diz que, se algum dia, alguém descobrir exatamente o que o Universo é e porque ele está aqui, ele vai instantaneamente desaparecer e ser substituído por alguma coisa ainda mais bizarra e inexplicável - outra teoria diz que isso já deve ter acontecido.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Site da semcomp12

Como prometido, estou divulgando o site da semcomp12:
http://www.icmc.usp.br/semcomp12

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Twitter semcomp 12

Opa, tô passando pra divulgar o twitter da semcomp12 (12a Semana da Computação da USP/São Carlos), evento que eu ajudo a organizar (mais exatamente, esta é a 3a semcomp que eu participo como organizador): http://twitter.com/semcom12

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Primeiro post

Bom, como esta é a primeira vez que posto aqui (e eu queria começar com o pé direito) vou contar um caso que aconteceu "com um amigo meu", o caso da caça aos vagalumes. Acreditem se quiser, é a mais pura verdade... a fonte é bem confiável.

Certa noite, tinha eu, ops, quer dizer, tinha meu amigo chegado em casa com sua namorada, todo despreocupado e contente, quando eis que batem palma na frente de sua casa um casal que eles nunca tinham visto mais gordos na vida deles - não que o casal fosse gordo, muito pelo contrário, força de expressão mesmo.

Enfim, o casal pediu pra falar com a garota que tinha acabado de entrar na casa. Imaginem a cara de espanto do meu amigo, afinal ele nunca tinha visto o casal antes. Então, meio desconfiado, meu amigo decidiu chamar sua namorada pra anteder a porta.

A garota, cujo nome não me lembro, mas que vou chamar de Alice pra facilitar nossa conversa daqui pra frente, foi logo fazendo seguinte pedido a minha namora... ops, quero dizer, a namorada do meu amigo: Alice queria que a namorada do meu amigo ligasse pra tia dela e fingisse que é sua amiga e dissesse que ela estava numa represa em Igaraçu do Tietê - SP (obs.: nós estávamos em São Carlos - SP) e, o que é pior, caçando valgalumes!

Tá bom, eu sei que fui muito depressa e que ninguém deve estar entendendo nada ou sequer acreditando nisso tudo, mas foi exatamente assim que meu amigo e sua namorada se sentiram na hora.

A Alice então começou a explicar que ela fazia Biologia (não me lembro em que outra cidade) e que realmente havia uma escursão da sua turma pra caçar vagalume na represa no meio do nada. Bom, vai entender, né? Cada maluco com a sua mania.

O fato é que ela não estava onde devia estar, mas estava onde estava porque queria estar com o cara que veio junto com ela bater na porta da casa do meu amigo, que vamos chamar de Bob daqui pra frente. Complicado? Colocando em outras palavras, ela não foi caçar vagalume na represa de Igaraçu do Tietê, mas foi pra São Carlos caçar você sabe o quê na casa do Bob (mas especificamente na cama do Bob - é bom usar boas palavras para os meio intendedores).

Bom, esclarecidas as intenções do "casal vagalume", eles pediram pra que meus amigos ligassem de um lugar mais "reservado", mais "discreto"... não é nada disso que você está pensando, eles foram pra cozinha da casa do meu amigo. Creio que a namorada do meu amigo, coitada, ficou uma meia hora tentando decorar o papel de amiga da Alice e todo aquele blá, blá, blá de caçar vagalume. E não é que a tia da Alice era cética? Também não era pra menos, quem é que ia engolir essa história bizonha?

No final das contas a tia da Alice pediu pra que a namorada do meu amigo tirasse foto da portaria da represa (sim, a filha da mãe conhecia a tal represa, dá pra acreditar?) com o tutor "delas" (o professor responsável pela escursão, que, claro, a tia da Alice também conhecia - Murphy não é mesmo implacável? Nem pra deixar a coitada se divertir numa boa, pô!).

Bom, resumo da ópera, o casal foi embora e, obviamente como eles não estavam em Igaraçu do Tietê e nem estavam o tutor da Alice, eles não conseguiram a tal foto... ou seja, tanta complicação não adiantou de nada!!! Só serviu pra render boas risadas!

Por isso que eu falo: "água morro abaixo, fogo morro acima, mulher, meu amigo, quando quer ** ninguém segura!"